Vale a pena dizer-lhe que o “amigo” não existe?

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Se dissermos à criança que o “amigo” só existe na sua imaginação, que não é culpado de nada e que a história toda é uma grande mentira, corremos um grave risco: que ela venha a ter não apenas um amigo imaginário mas também pais imaginários (e melhores), além de uma família imaginária com quem é mais fácil conviver. Isso pode afastá-la demais da realidade. O melhor é esperar que as coisas vão acontecendo espontaneamente, sem forçar a criança a romper bruscamente com a fantasia.

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