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Por que se apegam a fraldas e cobertores?

Pessoas com dois orgaos

Assim como a chucha, também a fralda, o cobertor, o ursinho de peluche ou o travesseiro são maneiras que as crianças descobrem para se auto confortarem. Tais objectos servem como substitutos macios e aconchegantes da presença dos pais e são procurados com frequência na hora de dormir ou quando as crianças se sentem angustiadas ou sozinhas. Este apego costuma surgir no final do primeiro ano de vida e vai até cerca dos dois anos e meio, quando a criança tem meios de agir com mais autonomia.

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Em que ponto está ao completar seis anos?

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Nessa idade, já desenvolveu muitos controlos e pode identificar-se com outros. Mostra-se mais realista e abandona, aos poucos, a preocupação exagerada com a satisfação das suas necessidades. Algumas até se revelam intransigentes com quem transgride regras e fazem exigências quando os adultos e comportam mal. Por isso, os pais devem ser coerentes e tentar dar bons exemplos.

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O animal pode ser uma boa compensação ou prémio?

É um erro dar um animal para compensar alguma perda que a criança tenha sofrido: a substituição não é perfeita e ela pode ficar com uma noção errada de valores. Pode mesmo relacionar-se com o animal de uma forma errada, vendo nela apenas um substituto daquilo que perdeu. Também não se deve dar à criança um animal em troca da promessa de alguma mudança de comportamento. A qualquer momento, ela pode achar que o sacrifício não vale a pena e passar a relacionar-se mal com o animal. O melhor é dar o animal à criança se ela tiver mostrado interesse em tê-lo.

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Que outros problemas podem aparecer?

A criança pode habituar-se a mentir, propositadamente, a ponto de exigir cuidados especiais. Mas não se deve confundir as fantasias que ela conta com frequência e que nada têm de ofensivo com o hábito sistemático de enganar os outros. Neste último caso, é necessário investigar o motivo dessa atitude talvez ressentimentos, dúvidas sobre o amor dos pais. A solução é, numa ocasião adequada, conversar serenamente com a criança sobre essas mentiras. Reconstruir a confiança e o respeito nessa relação e uma tarefa urgente e importantíssima.

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